sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Actos

Palavras cruas que de sentimento estão desprovidas podendo ser reais portadoras de boas novas e respeito por aquele ser que já fez tudo por essa pessoa, que fez o que o comum dos mortais não ousaria fazer para alguém com quem não se cresceu, para esse alguém que nos apareceu na vida á uma mão cheia de anos, tudo num único sentido, tentar demonstrar a felicidade que ela existe e que se pode chegar com as pequenas ações ou atitudes que tomamos todos os dias...
Mas a pessoa decide constantemente confrontar e fazer tudo para destruir a relação, para se autodestruir. Tomando sempre como palavras as mais banais e vulgares, culpabilizando a vida que escolheu para os seus atos socialmente renegáveis e pessoalmente destruidores. Ajudar a sair uma pessoa do buraco que se inseriu é um ato nobre, de humildade, de respeito, de força, mas deveremos nós, quando sentimos a ser constantemente levados para o buraco, continuar com a relação e tentando fazer perceber á pessoa a quem demos a mão, que os seus atos não são os corretos????

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Caminhos...



Foste por caminhos hediondos,
com fim para um objectivo de vida mais exacerbado,
redimiste-te à ignorância e deixaste-te
levar pelo caminho martirizado.

Tanto que buscaste e encontraste
a auto destruição que nunca esperaste.
Renasci e segui,
Vivendo bem sem ti.

domingo, 29 de março de 2009

Pessoa certa,



Existe ou é só mito?
Impossível será esta decisão, dificilmente alguém encontrará a pessoa certa, a Princesa ou o Príncipe encantado. Pessoa essa que foi idolatrada mas que infelizmente nunca será encontrada tal e qual foi desenhada. Tristes decisões são tomadas quando alguém se aproxima de nós, por termos estes ou aqueles requisitos que socialmente tornam alguém atractivo, uma beleza física que é socialmente aprovada, um simples traço que diferencia dos demais e quando se vêem confrontados com a realidade que não estão a espera, afastam-se sem dizer nada porque não foram correspondidos.
Haveremos nós de nos dar a conhecer a todas as pessoas ou devemos ser mais selectivos?

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Compreensão, reconhecimento, empatia e cedência…

Uma relação, seja ela de que foro for, é sempre necessária compreensão. A compreensão é senhora em qualquer situação, pois quando não se compreende dificilmente se toma a decisão mais acertada quando chega a altura. A compreensão faz com que se perceba a razão por tal comportamento ou atitude do par. Logo a seguir a compreensão vem a reconhecimento, este faz com que se reconheça todas as acções que o par faz de forma a agradar o seu par.
A empatia tem de estar sempre presente. O saber pôr no lugar do par é uma situação que nem sempre é fácil, mas quando se confia e deseja-se prolongar a relação deve-se sempre tentar ao máximo
A cedência é necessária por ambos os pares pois não pode haver cedência só de um lado, sendo necessário muitas vezes sair da nossa personalidade para poder dar o fruto, o néctar ou a energia que uma relação precisa para continuar.
Tendo estas características todas qualquer relação facilmente se torna um verdadeiro caso de sucesso.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

.

Incrível como uma letra pode dizer tudo o que sentimos, pode dizer todo o sentimento que temos tudo o que passamos numa relação que por uma acção pouco justificável, somos desprezados e maltratados, conduzindo por caminhos menos apetecíveis e de fácil perdição.
Não precisarei de escrever mais nada visto que a musica relata bem a situação.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Amor, ódio e saudade


Definição de Amor - Dama Bete

Três sentimentos, três emoções que podem ser considerado distintos, mas o que realmente acontece é que estão mais próximos do que parecem. Dois deles parecem antónimos, mas o que são é uma consequência um do outro. Quando se ama perdoa, quando se perde a capacidade para perdoar passa-se para o ódio. Na realidade, este surge, não pela pessoa mas sim, pela própria incapacidade de poder perdoar e não conseguir afastar a saudade que o amor deixou. Marcando o ser que sucumbiu ao seu sabor, que experienciou a sua grandiosidade, que enalteceu o seu ser com este sentimento, portador de tanta emoção e tanto prazer individual ou para os dois seres que o partilham.
O ser que o perde sente-se inútil sente-se frustrado, culpabilizando-se do sucedido e lamentando a perda.
Claro que esta frustração já demonstra o inicio desse outro sentimento que é mau visto pela sociedade, pois normalmente é o que provoca a dor declarada…
Sem esquecer o amor é também um sentimento provocador de dor, não há qualquer definição para o mesmo, cada um sente, vive e transmite-o individualmente. Mas esta é uma questão que não é visível pela sociedade, ou se é visível é vista como uma incapacidade por parte do ser que a vive, pois este encontra-se ludibriado pelo sentimento surgindo uma incapacidade que o impede de ver o que deve ver.
Muitas vezes se diz: o sentimento mais próximo do amor é o ódio… e a saudade onde fica????

Relações...



Tantas são as relações que vivemos, as que experienciamos, umas que nos podem ser mais construtivas e outras que são mais destrutivas. Devemos ter sempre atenção ao momento da entrega. Muitas vezes escolhemos os pares erroneamente, outras vezes são os pares que não entendem a pessoa fantástica que tem ao seu lado.
Numa relação é essencial não dar tudo, porque o par julga que já tem na mão tudo o que quis e desejou, logo não se esforçará para que a relação evolua, traduzindo o que muitos casais passam nas suas vidas, uma monotonia. Mas essa é uma realidade percebida por cada um, pois com um pouco de criatividade e sinceridade, podemos dizer que amo-te, gosto de ti a esse ser que nos provoca felicidade quantas vezes sentirmos e todos os momentos passados serão de extremo prazer e memoráveis.
Há sempre alturas em que temos de fazer escolha e com falta de maturidade, para delineamos o que pretendemos fazer com a nossa vida, existirá uma dificuldade extrema em fazer a escolha acertada, sendo isto traduzido na fatalidade da relação por uma infantilidade.

Devemos dizer amo-te, gosto de ti, adoro-te sempre que pensamos?
Ou
Devemos fazer como todas as pessoas, dizer isso para parecer bem e depois entrar na monotonia extrema que acaba com a vida de muitos casais e torna a relação estagnada e enfadonha?

Nunca se deve esquecer:
A efemeridade da vida e das relações só é percebida quando é perdida.
O pior inimigo será… o tempo

terça-feira, 8 de abril de 2008

Paixão...

Muitas vezes apaixonamo-nos, mas poucas são as vezes que o sentimento é retribuído. A paixão surge quando dois seres racionais de características superiores se unem e partilham momentos de pura felicidade, de amor, de compaixão, de cumplicidade… O desejo surge mas nem sempre o socialmente aceite, muitas vezes há muitas barreiras que se formam quando o relato dessa paixão acontece.
Será que nos devemos redigir / redireccionar segundo a sociedade que nos abriga, que nos cria, só para atingirmos o bem-estar social?

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Desilusão ou ilusão...

Seria bom às vezes ser como um pc, quando houvesse vírus formatava-se e tudo terminava, reiniciava-se e tudo estaria como se nada tivesse acontecido.
A desilusão surge quando é criada a ilusão, caso contrário é impensável pensar nisso. A nossa visão das pessoas é como um quadro pintado cada um vê o que quer e o que mais deseja ver.
Todos os defeitos que mais a frente, são notificados, já existiam antes. Mas nós, seres considerados superiores, não lhes demos a devida atenção e ignoramo-los, surgindo posteriormente a tão falada desilusão.
Depois chega a altura dos conflitos interiores em que não é possível esquecer aquela pessoa que de um certo modo magoou o outro ser, que criou neste outro a chamada desilusão.
Será certo observar tudo aquilo que desejamos e ignorarmos o que não queremos???

sábado, 19 de janeiro de 2008

Ausência...


Caminhos escolhidos muitas vezes afastam-nos das pessoas que mais gostamos, na vida cada decisão tomada é um novo caminho traçado, enumeras vezes esses caminhos / destinos levam-nos para longe das pessoas que podemos gostar, tão longe que apenas o retrato da imagem permanece. Deixando na realidade de haver uma imagem física, passando só e exclusivamente a uma pequena lembrança no nosso consciente, mas no nosso inconsciente não será apenas uma pequena lembrança, mas sim toda uma panóplia de momentos, de sentimentos e sensações passadas, estando estes cravados na pedra imaculada que existe no interior de cada um de nós. Muitos puderam chamar de alma, outros, mais cépticos, podem simplesmente referir o seu interior, mas o que acontece, sendo uma ferida que é rasgada que jamais cerará...

domingo, 2 de dezembro de 2007

Lágrima...

Derramar uma lágrima é algo que para muitos será constrangedor, para outros mais uma vivência demarcada na sua vida, para outros ainda, uma forma de chamar a atenção.

Para muitos esquecida,
para muitos bem presente,
forma de demonstrar
tudo aquilo que se sente.

Normalmente associada a uma questão emocional de desagrado esquecendo muitas vezes as outras derivações que esta possui. Lágrimas são uma pequena quantidade de água que escorre num rosto mais ou menos fustigado pelo tempo, nas crianças é uma constante, pois esta é a forma mais primitiva, que nós seres de características superiores temos de demonstrar muitas vezes o nosso descontentamento / sofrimento não sendo esta a única forma de demonstração emocional causado pelas lágrimas. Lágrimas podem surgir de um momento de felicidade extrema, de ardor e de prazer momentâneo.
A sua associação ao sentimento deprimente é uma constante, mas são elas que nos fazem demonstrar todo o sentimento que temos. Sendo também uma forma de demonstrar as feridas interiores que temos nas nossas entranhas.

São estas que nos marcam nos momentos mais importantes da nossa maturação / experimentação da vida.

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Importantes...

Sinto um desfalecimento no meu peito, mais um pedaço da minha intimidade se foi…
Agora só terei os meios de comunicação para vos ver, para poder trocar ideias convosco. Um vazio cresceu, arduamente irá recuperar, neste momento está como uma ferida aberta, em que a solidão se apoderou como um veneno que se espalha no meu corpo sem qualquer tipo de freio. De cada vez mais sinto a falta que me fazem, a compreensão, o valor, a realização que me oferecem.
Há quem diga que os amigos vão e vem, mas quando se trata de amizades verdadeira essas pessoas não vão, mas permanecem sempre dentro do nosso coração. São pessoas que nos conhecem melhor que ninguém, pessoas que basta um pequeno gesto, e sabem logo o que queremos dizer.
Agradeço a vossa existência e a permanência na minha vivência.

Fico feliz por vos ter, mas sinto uma enorme vontade de vos ver.
Ausentes na visão, mas presentes no coração.
A distância física se manterá, mas a psicológica não existirá.

sábado, 27 de outubro de 2007

Palavras...


Palavras ajudam-nos a expressar, a transformar uma mensagem intocável numa mensagem palpável. Palavras expressam e são as próprias expressadas quando em conformidade com a linguagem não verbal entram num verdadeiro simbilianteamento, demonstrando uma veracidade imaculada, prestigiando de inúmeras formas o ser que a prenuncia.
Palavras ajudam na percepção de cada um sobre a presente realidade, palavras são donas de uma oração, uma evocação de um pensamento que se utiliza delas para posteriormente transpô-lo para a realidade. São causadoras de emoções, de percepções muitas vezes não as mais coerentes, outras vezes expressam toda a nossa realidade percebida.
Palavras não se medem, a sua intensidade é incondicionalmente posta de lado se tentarmos medir pelo seu tamanho. A intensidade que as palavras adquirem varia consoante a pessoa que as pronuncia, sendo uma palavra simples e sem qualquer dose de maldade, quando é percepcionada por outra realidade, pode ser de tal intensidade que levará facilmente a lapidação da sua pessoa perante o pensamento da outra.

Palavras expressam,
sendo as próprias expressadas.
Muitas vezes confundidas.
conduzem a uma realidade,
Poucas vezes percebida.

Mais palavras virão,
pois são escritas com o coração.
Sendo as mais puras e verdadeiras,
que saem da minha mão.


Palavras para ti...

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Sidónio


Navegamos por um mar onde a paz e a tranquilidade acompanhou a noite na qual tivemos um intenso e caloroso divertimento. Onde a nossa limitação era só física, na medida em que os nossos pensamentos transpunham todas as barreiras reais e irreais.
Tu com esse teu jeito apático, seduziste-me desde o primeiro momento em que te vi. Apesar da tua apatia, mostravas uma postura muito segura, de quem sabe aquilo que é, mesmo com a tua falta de mobilidade transmitias aquilo tudo que eu queria saber no momento.
Teu corpo deixava transparecer um doce e suculento melão, tua cabeça demonstrava um cérebro do tamanho de uma beringela, e o teu bico, aaiii o teu bico, era o doce para os meus olhos, fazendo-os reluzirem bem mais, naquela noite de vento na qual tivemos o nosso intenso contacto.
Devo-te agradecer o prazer que me deste, tenho pena de não poderes estar comigo agora neste momento, mas adorei a fantástica noite que me proporcionas-te.

Beijo grande só para ti Sidónio onde quer que estejas :P

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Sigo-te...

Sigo-te como os reis magos,
seguiram a sua estrela guia.
Sigo-te ludibriado que,
poderás ser tudo para mim.
Sigo-te demonstrando, claramente o meu apreço.
Sigo-te pensando que serei feliz.
Sigo-te como uma ave migratória,
quando acaba a sua jornada.



*lê agora o texto sem a palavra “Sigo-te” excepto o primeiro.

sábado, 29 de setembro de 2007

Estrada...


Numa estrada encontra-se curvas, rectas, cruzamentos, sinais e toda uma panóplia de indicações. Quando é conduzida o tempo passa, os metros de estrada passam por baixo dos pés, ter-se-á de muitas vezes de abrandar para uma curva mais apertada, para se poder tomar a decisão mais acertada.
Muitas vezes será difícil de achar o tal caminho desejado, que conduzirá o Ser à sua auto realização, mas como tudo, tem de haver combustível para poder ser queimado para ajudar na sua caminhada para o seu fim.
Caminhos tortuósos seguem-se, caminhos difíceis também, mas para quem tenha o combustível suficiente conseguirá alcançar o seu objectivo, que será a chegada aquela localidade tão desejada. Esta poderá ser uma das etapas, outras mais se seguiram até se atingir aquela localidade onde não se sairá mais, onde a vida termina e a morte torna-se rainha.

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Distancia


A primeira vista esta é uma percepção que todos temos bem definida na nossa realidade e pensamos que a conseguimos ultrapassar com todos os meios que estão ao nosso dispor. Mas isso não é tudo…
A distancia só quando é percepcionada é que se observa qual o seu real valor. De outra forma não seria esta a causadora de tantas fatalidades emocionais.
A distância prejudica a percepção dos pares a nível emocional, sendo muitas vezes fatal para a relação, seja ela de que tipo for.
Uma vez disseram me: “ As relações são como uma flor no jardim, devem ser regadas. Caso não sejam, morrem.”
Será isto assim tão certo?
Alguns momentos não são os mais indicados para falar de certos assuntos, que para um dos pares são de alto envolvimento. Quando o outro par não percepciona essa realidade pode dar-se a fatalidade da relação, sendo a mais simples palavra vista como uma facada, uma rejeição à sua pessoa.
Seremos tão humanos que podemos esquecer de tudo o que esta por de trás e focalizarmo-nos neste pequeno detalhe? Deixaremos de ter personalidade se percebermos que o outro pode não entender / percepcionar o que significa para nós?

Procuro-te...


A solidão cresce
Um vazio se enche.
Meu interior sente-se perdido
Com a vida que me deste.

Sinto me só
Apesar da sociedade que me rodeia
Sinto falta de algo
Que só tu me poderás trazer.

Quem serás?
Pessoa intocada
Crucificada no meu inconsciente
Para sempre

Desejo encontrar-te
Para te poder amar
Sentir que estamos um para o outro
Para me poder entregar.

Meu corpo deseja um toque como o teu
Minha alma transborda uma aura de prazer
Meus sentidos traem-me
Na busca incessante do teu
Ser…

domingo, 12 de agosto de 2007

Corpo...


A intrincada panóplia de formas, de sentidos, cores, satisfação de prazer fluentemente demarcado pela junção de duas formas complementares que facilmente se unem numa só, demonstrando uma capacidade apreciativa para tal beleza, unidas por uma pele suave cheia de paixão e um penetrante ardor que causa feridas aos visionários por tanto o desejarem e enaltecerem-no. Denotar-se-á um infindo contorcer de raios de relâmpago projectando uma silhueta fantasmagoricamente atraente, fanaticamente provocante produzindo um efeito de descontrolo total por parte de mim, de ti que deseja aquele ser, capacitado de prazer e emanando uma áurea de atracão sexual corrompida humildemente através do seu corte tradicional / conservador que forma uma caricatura de ser ingénuo, mas de bem com a vida, fisicamente atraente fontes estas que são a razão do meu / teu dilema, conhecimentos eloquentes daquela forma ergonómicamente perfeita, do simples gesto que inebria contagiando qualquer mortal que por ele passe, sentindo como um ataque de ser selvagem em que suga os últimos momentos da vida da sua preza.
Pequena cavidade que produz o gosto, bem como o desejo que muitas vezes num pequeno gesto, poderá fazer uma congregação de sentidos despertarem em mim / em ti, deixando extasiado um corpo (ser) que antes do movimento se encontrava em paz e tranquilidade consigo mesmo. Cavidade que tem como fim uma perfeita junção muscular por muitos desejada, mas por poucos conseguida, transbordando uma leque de capilares que com ajuda de maquilhagem poderá ser enaltecida.
Pequenas esferas capazes de mover mundos também elas potencialmente despertadoras de desejo, capazes de transmitir tudo o que ser sente, tendo ainda a capacidade de se humedecer quando as coisas vão pelo caminho mais difícil.
Fabulosos sensores do tacto, podendo potenciar uma suavidade máxima, despertadores do desejo, com um alto potencial de carinho, que com movimentos de elegância extrema são reais formas de despertar o prazer. Fantásticos indicadores das curvaturas do outro ser podendo percorrê-lo a fim de encontrar o ponto mais alto do prazer, da supremacia do momento zen, em que há uma completa união.

Momentos

São tantos os momentos que passamos, uns de maior alegria outros de tristeza extrema, bons e maus momentos. Os momentos tristes têm a capacidade de nos deprimir, colocam-nos numa posição inferior com a vida, fazem-nos pensar em ter acções que de outra forma não surgiriam na nossa mente, podendo mesmo acontecer a fatalidade.
Momentos congregam uma panóplia de emoções, de sentimentos que nos fustigam ameaçando muitas vezes a nossa vida, são excessivamente marcantes, traçando muito a nossa próxima acção. Muitas vezes temos magníficos momentos de felicidade e amor, mas para chegar a esta complexa relação, temos muitas vezes de passar por momentos difíceis. Quando tivermos a possibilidade de ter um momento glorificante poderemos usar toda a nossa luminosidade e desfrutá-los ao máximo, identificando e percebendo toda a órbita celestial que esses momentos nos proporcionam.

Os bons momentos são como o segundo, passam 60 vezes mais rapido que o minuto.